quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Zoológico De São Paulo

A FUNDAÇÃO

MARCIO-069-116x300Poucas experiências são tão significativas para adultos e crianças quanto uma visita ao Zoológico. Apreciar a diversidade da fauna cria um vínculo poderoso e universal com a natureza. Aproximadamente 10% da população domundo visita um zoológico ou aquário a cada ano. Desde sua abertura em 1958, o Zoológico de São Paulo já recebeu mais de 85 milhões de visitantes.
Localizado em uma área de 824.529 m² de Mata Atlântica, o parque aloja nascentes do histórico riacho do Ipiranga, cujas águas formam um lago que acolhe exemplares de aves de várias espécies, além de aves migratórias. Assim como o lago, a mata abriga animais nativos de vida livre, formando maravilhosa fauna paralela.
Por meio da exibição de mais de 3.000 animais, representados por  espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e  invertebrados, o Zoológico de São Paulo promove a conscientização do público sobre as diversas formas de vida sobre a Terra.     

QUEM SOMOS

A FUNDAÇÃO PARQUE ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO

Desde 1958 a Fundação Parque Zoológico de São Paulo proporciona entretenimento, desenvolve pesquisas e trabalha para a conservação das espécies mantidas em cativeiro, além de despertar a consciência ambiental da população por intermédio de suas três unidades: Zoológico, Zoo Safári e a Divisão de Produção Rural.
Inserido no PEFI – Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, um dos mais importantes segmentos remanescentes de Mata Atlântica da cidade de São Paulo, o Zoológico e o Zoo Safári acolhem algumas das nascentes do riacho do Ipiranga e abrigam dezenas de espécies da fauna nativa.
Com uma área de aproximadamente 900.000 m², o Zoológico e o Zoo Safári, além de abrigar as espécies nativas mantém uma população com cerca de 3.000 animais, representados por inúmeras espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e invertebrados. Dentre estes animais encontram-se espécies bastante raras e ameaçadas de extinção, como o gavial-da-Malásia, três das quatro espécies de micos-leão (mico-leão-preto, mico-leão-de-cara-dourada e mico-leão-dourado), rinocerontes, dentre outros.
Vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, o Zoo recebeu, desde sua abertura, mais de 85 milhões de visitantes, atendendo por ano um público de mais de 1 milhão e 600 mil pessoas.
Bugiu
Para manter todas as suas atividades, a Fundação conta com uma equipe de aproximadamente 400 funcionários efetivos, distribuídos nas áreas: técnica, administrativa e operacional, além de colaboradores nas categorias de estagiários, aprimorandos e voluntários. É com o esforço coordenado dessa equipe que a Fundação busca a conservação da fauna silvestre. Dentre estas áreas algumas são extremamente importantes para a manutenção da vida.
A Divisão de Veterinária que é composta principalmente por veterinários, tratadores, enfermeiros e técnicos de laboratório, é responsável pela saúde dos animais. A equipe desta área realiza vacinações, quarentenas, exames e cirurgias, além de atendimentos clínicos e odontológicos. Conta ainda com um programa de medicina preventiva.
Na equipe da Divisão de Ciências Biológicas, subdividida nos setores de Aves, Mamíferos e Répteis, os biólogos são responsáveis pelo manejo reprodutivo, exposição e demais cuidados com as espécies mantidas em cativeiro.
DPR
Em conjunto com a equipe de biólogos e tratadores do parque, o PECA – Programa de Enriquecimento Comportamental Animal visa garantir o bem-estar dos animais. Para que haja eficiência no trabalho dos técnicos e garantia da saúde dos animais, uma dieta variada e equilibrada é muito importante. Por isso, o cardápio de cada um deles é elaborado por zootecnistas e biólogos e preparado cuidadosamente pela equipe do Setor de alimentação animal.
Este setor recebe anualmente cerca de 1.500 toneladas de alimentos com excelente qualidade biológica e altos valores nutritivos, produzidos na Divisão de produção rural.
Educação Ambiental
A pesquisa científica também faz parte do processo de evolução da Fundação, que tem parceria com a UNIFESP para detecção e prospecção de microorganismos de interesse biotecnológico em sua compostagem.
Todo esse trabalho, que tem garantido a existência da Fundação, não teria sentido sem a educação ambiental. Por meio de seu Programa de Educação Ambiental e Inclusão Social, que aproxima a população dos trabalhos desenvolvidos pelas diversas áreas, o Zoológico busca despertar a consciência ecológica de seus visitantes, principalmente das crianças, em prol da conservação da biodiversidade. 

HISTÓRIA

A HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO PARQUE ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO

O Zoo de São Paulo foi criado em junho de 1957, a partir de uma instrução do Governador Jânio Quadros ao Diretor do Departamento de Caça e Pesca da Secretaria da Agricultura, Emílio Varoli.
Os primeiros animais exóticos como leões, camelos, ursos e elefantes foram adquiridos de um pequeno circo particular. Já os animais brasileiros como onças e galos da serra, foram adquiridos em Manaus.
1957 - Estudos para construção do Zoo
1957 – Estudos para construção do Zoo
1957 - Construção da rua principal
1957 – Construção da rua principal
A inauguração do Zoo, prevista para Janeiro de 1958, teve que ser adiada devido às fortes chuvas daquele ano, mas no dia 16 de março inaugurava-se oficialmente o Zoológico de São Paulo.
Apesar do clima chuvoso, muitas pessoas participaram da inauguração do Parque e puderam ver pela primeira vez na cidade 482 animais, dentre eles: 9 veados, 2 onças pintadas e 1 preta, 3 jaguatiricas, 2 gatos do mato, 1 urso, 23 papagaios, além do famoso rinoceronte “Cacareco”, eleito vereador nas eleições de outubro de 1958.
Em 1958  a entrada no parque era gratuita. À partir da criação da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, em 1959, os ingressos passaram a ser cobrados e a  Fundação obteve personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e científica.
1958 - Inauguração do Zoológico
1958 – Inauguração do Zoológico
16/03/1958 - Dia da inauguração
16/03/1958 – Dia da inauguração
Nesta data, foram definidos os objetivos da Fundação Parque Zoológico de São Paulo:
  • Manter uma população de animais vivos de todas as faunas, para educação e recreação do público, bem como para pesquisas biológicas;
  • Instalar em sua área de abrangência uma Estação Biológica, para investigações de fauna da região e pesquisas correlatas;
  • Proporcionar facilidades para o trabalho de pesquisadores nacionais e estrangeiros no domínio da Zoologia, no seu sentido mais amplo, por meio de acordos, contratos ou bolsas de estudo.
Consciente de sua responsabilidade no contexto conservacionista nacional, o Zoo de São Paulo tornou-se a primeira instituição brasileira a propor e participar efetivamente em múltiplos programas de recuperação de espécies brasileiras criticamente ameaçadas de desaparecer da  natureza, tais como os micos-leão, os pequenos felídeos neotropicais e araras-de-lear.

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